terça-feira, 19 de julho de 2011

O marketing B2B é menos criativo?

Criar para a publicidade B2B (Business to Business) é mais difícil, não porque a criatividade seja menor, mas porque o espaço criativo é mais delimitado.
Primeiro, vamos entender o que move a publicidade B2C (Business to Consomer) para bens de consumo:
Para vender um produto, a publicidade deve despertar no consumidor uma necessidade, fazendo com que para ele, o produto represente algo extremamente necessário. Assim, a publicidade valoriza os benefícios dos produtos explorando sensações e emoções através de aspectos como prestígio, status, bem estar, etc. O conteúdo deste tipo de publicidade é voltado para o indivíduo, ainda que “este” seja muitos milhões de consumidores. Eles recebem “individualmente” as informações difundidas pela campanha publicitária.
Ao contrário, na publicidade B2B as emoções individuais são deixadas de lado, pois o "consumidor" é um comprador e procura cumprir com responsabilidades e atender a objetivos de produtividade, de segurança e também financeiros. Assim, não adianta apelar para o seu lado emocional da mesma forma que no B2C.
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Northwestern e pela Escola de Dartmouth mostra que quando os usuários procuram atender seus desejos ou seus objetivos de realização pessoal, eles se interessam por mensagens abstratas que apelam para o emocional. Por outro lado, quando eles procuram cumprir suas responsabilidades dentro do ambiente corporativo, eles se atraem por mensagens concretas na hora de escolher um produto.
Por isso, é fácil perceber uma grande diferença entre os materiais publicitários destinados a cada segmento.
A publicidade B2B é menos emocionante, mas nem por isso menos criativa. Ao contrário, tende a ser até mais criativa visto as limitações que seu público lhe impõe.

E você, acha que a publicidade destinada ao segmento B2B poderia ser mais criativa? De que forma? Em quais aspectos? Deixe sua opinião.

Análise de Comerciais- Caneta que fala - Wizard 2

Começou a ser veiculado na TV um novo comercial da Wizard.
Seguindo a mesma linha do anterior (veja análise aqui), o comercial mostra um garoto lendo um livro em inglês, quando a mãe lhe pergunta se ele está falando sozinho.
Ele responde que não é ele mas a caneta da Wizard quem está falando.

A mãe indignada pergunta se por acaso caneta fala.
A cena seguinte mostra que ao passar a caneta pelo texto ela faz a leitura em inglês do que está escrito.



Em termos tecnológicos, é realmente uma inovação o recurso utilizado pela Wizard para ajudar no aprendizado, porém em relação à comunicação fica novamente a dúvida: dentro do contexto do comercial, qual é o papel da escola no aprendizado do idioma? Afinal, mais uma vez o garoto parece autodidata no aprendizado do inglês.
O que você acha? Comente.
Gostou desta análise? Não deixe de ver a de outros comerciais.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Logotipos Circulares - participação do internauta

Olá, pessoal,
Este é mais um logotipo desenvolvido dentro de nossa proposta de formas circulares.
Ele foi enviado pelo VitorNavarreti.
Com isso percebemos que as possibilidades são infinitas.
Por isso convido a todos a fazer como o Vitor e continuar participando, colocando as idéias para funcionar na criação de novas opções.
Valeu, Vitor.